Somos programados para errar.
Há os que persistem.
Há os que pedem desculpa.
Há os que aprendem.
Falhamos todos os dias.
Com os outros, connosco, com o mundo dos outros e com o nosso.
Ainda acredito que é isto que nos faz humanos.
Mas não deveriamos fazer do chavão uma constante.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
sábado, 31 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Olhem, eu sei lá!
Chega a roçar o ridículo o quanto me deixo sofrer.
Como a "aguinha" salgada me molha o rosto com tanta frequência.
Como os medos me prendem tantas vezes os movimentos.
Como os pesadelos me ocupam tão mais noites que os sonhos.
Como as angustias se apoderam das minhas horas.
As más recordações dos meus dias.
Quem me dera ser forte, robusta, dura...ser outra, por vezes.
Como a "aguinha" salgada me molha o rosto com tanta frequência.
Como os medos me prendem tantas vezes os movimentos.
Como os pesadelos me ocupam tão mais noites que os sonhos.
Como as angustias se apoderam das minhas horas.
As más recordações dos meus dias.
Quem me dera ser forte, robusta, dura...ser outra, por vezes.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Um dia, jamais a vida inteira
É tão doloroso quando o chão nos foge.
Sem pedestal.
É tão atroz quando não nos dão um ombro.
Sem apoio.
É tão cruel quando não temos telhado.
Sem abrigo.
E os pés tão cansados.
E a cabeça tão pesada.
E a chuva a cair.
Sem pedestal.
É tão atroz quando não nos dão um ombro.
Sem apoio.
É tão cruel quando não temos telhado.
Sem abrigo.
E os pés tão cansados.
E a cabeça tão pesada.
E a chuva a cair.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Uma questão de chaves.
Há pessoas que não cessam de me parar à porta, batem, batem e jamais conseguirão invadir-me.
Bem que arremessam pedrinhas à janela, mas dependendo da pedrada (pode partir), a maioria das investidas é vã.
Há também aqueles que, tocando a campainha, ou dando três pancadinhas, eu deixo entrar.
Deixo que me visitem, exigindo sempre marcação prévia.
Por fim há aqueles que já detêm a chave.
Entram e pronto.
Vagueiam dentro de mim como exploradores, remexem-me a alma e as crenças.
Mas...a chave que usam para entrar, é a mesma da qual abusam para sair.
Bem que arremessam pedrinhas à janela, mas dependendo da pedrada (pode partir), a maioria das investidas é vã.
Há também aqueles que, tocando a campainha, ou dando três pancadinhas, eu deixo entrar.
Deixo que me visitem, exigindo sempre marcação prévia.
Por fim há aqueles que já detêm a chave.
Entram e pronto.
Vagueiam dentro de mim como exploradores, remexem-me a alma e as crenças.
Mas...a chave que usam para entrar, é a mesma da qual abusam para sair.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Transporte de Bárbara(s)!
Cada vez me desvelam mais os adornos que me transportam.
Os que combinam com os sorrisos, os que ficam bem contigo.
Os que uso para impressionar, ou para passar despercebida.
Os das saídas, os das feridas.
Os gastos, de estimação.
Os novos, de tacão.
Os de princesa, os de tigresa.
Os do frio e da chuva.
Os das minhas tempestades.
Os das correrias, os do fim do dia.
Os da moda, os da F***!
Os que combinam com os sorrisos, os que ficam bem contigo.
Os que uso para impressionar, ou para passar despercebida.
Os das saídas, os das feridas.
Os gastos, de estimação.
Os novos, de tacão.
Os de princesa, os de tigresa.
Os do frio e da chuva.
Os das minhas tempestades.
Os das correrias, os do fim do dia.
Os da moda, os da F***!
sábado, 17 de outubro de 2009
(texto sem qualquer tipo de coesão!!)
Ás vezes dou por mim já em alguém e, sem me ter apercebido, também esse alguém já deixou de si.
É tão bom sentirmo-nos completos ao dar de nós, ao nos partilharmos.
Dificil é gerir o quanto nos devemos entregar aos outros, o quanto devemos aceitar dos outros.
Ceder o solo do meu coração é uma tarefa diária para mim, dou mais um pouco aos que já tinham lá terreno, e dou um pouco aos que andam à procura de um espaço para viver em mim.
Dou muito de mim?
Creio que sim...mas o doloroso não é dar e sim expulsar de lá os inquilinos.
As razões são múltiplas: falta de pagamento com carinho, falta de consideração para com os restantes inquilinos, falta de respeito para com o senhorio, distúrbios...
É tão bom sentirmo-nos completos ao dar de nós, ao nos partilharmos.
Dificil é gerir o quanto nos devemos entregar aos outros, o quanto devemos aceitar dos outros.
Ceder o solo do meu coração é uma tarefa diária para mim, dou mais um pouco aos que já tinham lá terreno, e dou um pouco aos que andam à procura de um espaço para viver em mim.
Dou muito de mim?
Creio que sim...mas o doloroso não é dar e sim expulsar de lá os inquilinos.
As razões são múltiplas: falta de pagamento com carinho, falta de consideração para com os restantes inquilinos, falta de respeito para com o senhorio, distúrbios...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Esta aqui sou eu.
Um dia decidi ser assim e já não mudo.
Sou aquela que não refreia, que redargue.
Sou aquela que lacrimeja e graceja com a mesma intensidade, mas não em igual quantidade.
Sou aquela que está ali de braços esticados para amparar as quedas daqueles que ama.
Sou aquela das piadas, dos roncos de gargalhadas.
Sou aquela ciumenta, possessiva e rabugenta.
Sou aquela picuinhas, exagerada e de entrelinhas.
Sou aquela que ou se ama ou se odeia.
Aquela do tudo ou nada.
Aquela que só vive uma vida.
Aquela não…sou esta!
Sou aquela que não refreia, que redargue.
Sou aquela que lacrimeja e graceja com a mesma intensidade, mas não em igual quantidade.
Sou aquela que está ali de braços esticados para amparar as quedas daqueles que ama.
Sou aquela das piadas, dos roncos de gargalhadas.
Sou aquela ciumenta, possessiva e rabugenta.
Sou aquela picuinhas, exagerada e de entrelinhas.
Sou aquela que ou se ama ou se odeia.
Aquela do tudo ou nada.
Aquela que só vive uma vida.
Aquela não…sou esta!
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