Como pode alguém tirar-me assim o tapete e fazer-me estatelar no chão?
Como outorguei eu a alguém a capacidade de me mexer o porão das emoções?
A contrição passeia-se agora nos meus dias.
Fecharei algumas portas.
E deixarei de bater a umas quantas.
Dei excessiva e desnecessariamente de mim.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Não assino por baixo
Uma rolha.
Um qualquer tipo de contenção.
Ainda estou verde para o social.
Não são só as meias, eu também ando às avessas.
Não devia ficar nervosa, mas fico.
Não devia ser trapalhona, mas sou.
Enerva-me esta minha tendência inata para o ridículo.
Esta minha predesposição para o falhanço.
Queria ser dona de mim.
Um qualquer tipo de contenção.
Ainda estou verde para o social.
Não são só as meias, eu também ando às avessas.
Não devia ficar nervosa, mas fico.
Não devia ser trapalhona, mas sou.
Enerva-me esta minha tendência inata para o ridículo.
Esta minha predesposição para o falhanço.
Queria ser dona de mim.
sábado, 14 de novembro de 2009
Borboleta
A vida colocou-lhe um novo desafio.
Aceitar a mudança.
Entender que tudo é mutável.
De difícil aceno, acabou por se conformar.
De aí em diante, todas as metamorfoses, que ela tanto recalcava em si, todas as transformações, sentidas mas jamais reveladas...passaram a fazer parte dela.
Catapultadas.
Saberá o mundo (dela) aceitar também?!
Aceitar a mudança.
Entender que tudo é mutável.
De difícil aceno, acabou por se conformar.
De aí em diante, todas as metamorfoses, que ela tanto recalcava em si, todas as transformações, sentidas mas jamais reveladas...passaram a fazer parte dela.
Catapultadas.
Saberá o mundo (dela) aceitar também?!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Pipocas
É inexequível que tudo esteja dentro do nosso raio de superintendência.
E também nos é trabalhoso gerir a miríade de sentimentos que dentro de nós saltitam como pipocas.
Não somos donos das nossas emoções, são elas quem nos domina e por vezes escraviza.
Mas se assim não fosse...como soltaríamos aquelas gargalhadas de criança? como caíriam as lágrimas da saudade? como seria vê-lo sem aquele rubor? como seria senti-lo sem me arrepiar?
É tão bom poder sair de mim.
E também nos é trabalhoso gerir a miríade de sentimentos que dentro de nós saltitam como pipocas.
Não somos donos das nossas emoções, são elas quem nos domina e por vezes escraviza.
Mas se assim não fosse...como soltaríamos aquelas gargalhadas de criança? como caíriam as lágrimas da saudade? como seria vê-lo sem aquele rubor? como seria senti-lo sem me arrepiar?
É tão bom poder sair de mim.
domingo, 8 de novembro de 2009
Há pessoas fantásticas não há?!
O mundo está cheio de pessoas ímpares e é tão bom descobri-las!
É tão delicioso quando essas pessoas nos pegam pela mão e nos levam a vaguear pelas suas histórias de vida.
Devemos deixar-nos ir...
Absorver...
Crescer humanamente depende muito da medida da nossa entrega aos outros.
Todos os dias estendo a mão a alguém e espero que ma peguem, que me ensinem os seus hábitos, os seus gostos...que me deixem beber da sua sabedoria.
É tão delicioso quando essas pessoas nos pegam pela mão e nos levam a vaguear pelas suas histórias de vida.
Devemos deixar-nos ir...
Absorver...
Crescer humanamente depende muito da medida da nossa entrega aos outros.
Todos os dias estendo a mão a alguém e espero que ma peguem, que me ensinem os seus hábitos, os seus gostos...que me deixem beber da sua sabedoria.
sábado, 7 de novembro de 2009
Devaneio meu.
Percorrer-te.
Entrar em ti num suspiro.
Sair de ti numa gota de suor.
Render-me.
Parar o tempo, as pessoas, o mundo...a razão.
Sermos os donos do movimento.
Mas despojados de tudo o resto.
Pudor, medo, fraqueza.
Um só...corpo.
Vem.
Entrar em ti num suspiro.
Sair de ti numa gota de suor.
Render-me.
Parar o tempo, as pessoas, o mundo...a razão.
Sermos os donos do movimento.
Mas despojados de tudo o resto.
Pudor, medo, fraqueza.
Um só...corpo.
Vem.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Só isto.
Há um sem número de coisas que nos fazem falta.
As banalidades de sempre.
As novas tecnologias.
O aconchego da nossa casa.
As palavras sábias daqueles que nos conhecem o âmago.
Os braços abertos da mãe.
O ombro do pai.
O timbre da tua voz.
Creio que todos os dias me lembra uma saudade nova.
As banalidades de sempre.
As novas tecnologias.
O aconchego da nossa casa.
As palavras sábias daqueles que nos conhecem o âmago.
Os braços abertos da mãe.
O ombro do pai.
O timbre da tua voz.
Creio que todos os dias me lembra uma saudade nova.
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