A brisa que nos toca nas entranhas mais do que na face.
Uma paleta de tons cinza.
O piscar dos olhos, o bater do coração e os de fora.
Os da pele mais do que os dos frascos.
Mas depois o mentol do beijo.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
quinta-feira, 15 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
As cartas.
Meu ontem,
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Dores dela.
O corpo, sim, mas mais a alma, imensamente o coração.
O passado, sim, mas mais o presente, imensamente o futuro.
Tu, sim, mas mais eu, imensamente nós.
O passado, sim, mas mais o presente, imensamente o futuro.
Tu, sim, mas mais eu, imensamente nós.
domingo, 4 de julho de 2010
Nós novos.
Sei que já se perderam e encontraram mil vezes mil vezes os nossos olhos.
(Mas)
São os nossos sóis abertos que nos esperam quando deixamos de anoitecer noutros.
São os teus passos que sigo quando quero chegar, nem que seja a mim.
Sou melhor contigo, quem sabe porque só contigo sou eu.
(Mas)
São os nossos sóis abertos que nos esperam quando deixamos de anoitecer noutros.
São os teus passos que sigo quando quero chegar, nem que seja a mim.
Sou melhor contigo, quem sabe porque só contigo sou eu.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Brinde.
Pelo dia em que as nossas vidas se encontraram, por mais desencontros que desde então tenham sofrido, encontrei-me em ti e que seja isto que fique de nós em mim, quando eu me voltar a encontrar.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Mea Culpa.
Aos poucos, toda titubeada, vi cair a nossa ponte.
Não me surpreenderam as fendas. Há somas de dias que se assemelham às eternidades de Deus.
Fico porém inepta quando olho para nós ontem e não te enxergo.
Nunca estiveste do lado de lá.
Depois dela nada. Abismo teu.
Acredito teres sido miragem emprenhada e quis que a realidade te parisse.
Sim, que more em mim a culpa, dói menos.
Não me surpreenderam as fendas. Há somas de dias que se assemelham às eternidades de Deus.
Fico porém inepta quando olho para nós ontem e não te enxergo.
Nunca estiveste do lado de lá.
Depois dela nada. Abismo teu.
Acredito teres sido miragem emprenhada e quis que a realidade te parisse.
Sim, que more em mim a culpa, dói menos.
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