Beijou-o no fim.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Ser música.
Com poucas palavras, a despedida.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Metamorfose do paladar.
A brisa que nos toca nas entranhas mais do que na face.
Uma paleta de tons cinza.
O piscar dos olhos, o bater do coração e os de fora.
Os da pele mais do que os dos frascos.
Mas depois o mentol do beijo.
Uma paleta de tons cinza.
O piscar dos olhos, o bater do coração e os de fora.
Os da pele mais do que os dos frascos.
Mas depois o mentol do beijo.
sábado, 10 de julho de 2010
As cartas.
Meu ontem,
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Dores dela.
O corpo, sim, mas mais a alma, imensamente o coração.
O passado, sim, mas mais o presente, imensamente o futuro.
Tu, sim, mas mais eu, imensamente nós.
O passado, sim, mas mais o presente, imensamente o futuro.
Tu, sim, mas mais eu, imensamente nós.
domingo, 4 de julho de 2010
Nós novos.
Sei que já se perderam e encontraram mil vezes mil vezes os nossos olhos.
(Mas)
São os nossos sóis abertos que nos esperam quando deixamos de anoitecer noutros.
São os teus passos que sigo quando quero chegar, nem que seja a mim.
Sou melhor contigo, quem sabe porque só contigo sou eu.
(Mas)
São os nossos sóis abertos que nos esperam quando deixamos de anoitecer noutros.
São os teus passos que sigo quando quero chegar, nem que seja a mim.
Sou melhor contigo, quem sabe porque só contigo sou eu.
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