Senti-os arder. Fechei-os. Abri-os. Passou o ardor.
(...)
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
As chuvas de Verão.
Os primeiros raios de sol.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O beijo.
Beijou-o no fim.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Ser música.
Com poucas palavras, a despedida.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Metamorfose do paladar.
A brisa que nos toca nas entranhas mais do que na face.
Uma paleta de tons cinza.
O piscar dos olhos, o bater do coração e os de fora.
Os da pele mais do que os dos frascos.
Mas depois o mentol do beijo.
Uma paleta de tons cinza.
O piscar dos olhos, o bater do coração e os de fora.
Os da pele mais do que os dos frascos.
Mas depois o mentol do beijo.
sábado, 10 de julho de 2010
As cartas.
Meu ontem,
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
Sinto-me feia. Deixei de encarar o espelho.
Estou velha. Gasta.
Sou pó do que fui. Sombra.
Os meus lábios já não cantam. O meu corpo já não dança. Os meus olhos enegreceram.
Creio até ter deixado de sonhar.
Meu hoje,
(...)
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