"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Noite.
Nessa noite, chorámos todas as noites de solidão noutros, nunca tínhamos sido, antes dessa noite, mas não sabíamos porque não nos sabíamos. As estrelas, tecto, testemunharam as juras de amor, seladas com o laçar dos corpos e o baloiçar dos sonhos, porque nessa noite o bater dos corações foi-nos a mais bela das melodias.
Nessa noite estive contigo dentro de mim e os nossos olhos são hoje os olhares que nessa noite trocámos e a nossa boca só sabe aos beijos que nessa noite demos.
A eternidade deste amor fez-se e desfez-se nessa noite, porque há amores eternos que são só sonho.
Nessa noite estive contigo dentro de mim e os nossos olhos são hoje os olhares que nessa noite trocámos e a nossa boca só sabe aos beijos que nessa noite demos.
A eternidade deste amor fez-se e desfez-se nessa noite, porque há amores eternos que são só sonho.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
As chuvas de Verão.
Os primeiros raios de sol.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O beijo.
Beijou-o no fim.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Ser música.
Com poucas palavras, a despedida.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
Talvez se queiram mesmo assim, por não se quererem.
E ela sempre gostou mais dos sussurros dos olhos do que das gritarias da boca.
Ainda deram as mãos, queimavam um no outro, logo se largaram.
Os corpos ali eram mobília, a única naquele nada parido de um adeus.
Eles eram mais, laços d’almas. Foram até música.
Mas ele cedo lhe disse que tudo devia finar antes de chegar o fim de tudo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)