Já não te escrevo.
Estas palavras não são minhas.
De agora.
São de outra.
Que floriu e murchou nesse jardim, que não cuidámos na frente da nossa casa, daquele sonho que fomos.
De outrora.
Silêncios em folhas brancas soltas.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Noite.
Nessa noite, chorámos todas as noites de solidão noutros, nunca tínhamos sido, antes dessa noite, mas não sabíamos porque não nos sabíamos. As estrelas, tecto, testemunharam as juras de amor, seladas com o laçar dos corpos e o baloiçar dos sonhos, porque nessa noite o bater dos corações foi-nos a mais bela das melodias.
Nessa noite estive contigo dentro de mim e os nossos olhos são hoje os olhares que nessa noite trocámos e a nossa boca só sabe aos beijos que nessa noite demos.
A eternidade deste amor fez-se e desfez-se nessa noite, porque há amores eternos que são só sonho.
Nessa noite estive contigo dentro de mim e os nossos olhos são hoje os olhares que nessa noite trocámos e a nossa boca só sabe aos beijos que nessa noite demos.
A eternidade deste amor fez-se e desfez-se nessa noite, porque há amores eternos que são só sonho.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
As chuvas de Verão.
Os primeiros raios de sol.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
A lua cheia.
As chuvas de Verão.
O arrepio.
O suor.
O rubor.
A pele dela.
Só na pele dele são belos.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O beijo.
Beijou-o no fim.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
Do abraço.
Deles.
Da canção.
Deles.
Da estrada.
Deles.
Da noite.
Deles.
Do sonho.
Deles.
Beijou-o no fim.
Deles.
Porque era o que ela fazia.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
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