"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Um adeus por dizer.
Já brotaram muitos outros de nós depois do nós que não tivemos força para ser.
Pensei que os brilhos da noite se tinham finado contigo aos meus olhos, mas a luz da noite não se apaga.
Nem a de meus olhos.
E de tantas palavras, escolhi a luz deles para te falar no adeus.
Mas os teus olhos já não ouvem os meus.
Pensei que os brilhos da noite se tinham finado contigo aos meus olhos, mas a luz da noite não se apaga.
Nem a de meus olhos.
E de tantas palavras, escolhi a luz deles para te falar no adeus.
Mas os teus olhos já não ouvem os meus.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Libelinha.
Acordamos apertados noutros braços hoje.
Mundo.
Chão.
Casa.
Mas sonhamos num colo onde nos largámos ontem.
Vazio.
Estrelas.
Rua.
Ela sempre se quis libelinha.
A paixão deu-lhe as asas.
Ele ensiná-la-á a voar amanhã.
Mundo.
Chão.
Casa.
Mas sonhamos num colo onde nos largámos ontem.
Vazio.
Estrelas.
Rua.
Ela sempre se quis libelinha.
A paixão deu-lhe as asas.
Ele ensiná-la-á a voar amanhã.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Endiabrada!
Fujo assim, na vassoura, de mim. Na mão a mala que não fechou com tantos fantasmas, nos ombros os dois diabos, no bolso o livro negro dos recortes de vidas que deixei por viver, no corpo as chagas que não sarei para te lembrar.
Há feitiço nos meus olhos.
Há feitiço nos meus olhos.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Jardim.
Já não te escrevo.
Estas palavras não são minhas.
De agora.
São de outra.
Que floriu e murchou nesse jardim, que não cuidámos na frente da nossa casa, daquele sonho que fomos.
De outrora.
Silêncios em folhas brancas soltas.
Estas palavras não são minhas.
De agora.
São de outra.
Que floriu e murchou nesse jardim, que não cuidámos na frente da nossa casa, daquele sonho que fomos.
De outrora.
Silêncios em folhas brancas soltas.
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