Quero essas palavras.
Sempre.
Quero a música dessas palavras.
Sempre.
Que me embale a música dessas palavras.
Sempre.
Que sejas meu par e que dances comigo a música dessas nossas palavras.
Para sempre.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
Não ser.
Pobres loucos.
Mendigos de quimeras.
Moribundos na vida dos outros.
Cegos para com as estrelas.
Não são desde a despedida.
Mendigos de quimeras.
Moribundos na vida dos outros.
Cegos para com as estrelas.
Não são desde a despedida.
sábado, 30 de outubro de 2010
Casa do sonho.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Diz-se que ele lhe levou as chaves.
Diz-se que ela se trancou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
São hoje pó de paixão.
Que a solidão amontoou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Talvez ele tenha partido na busca de tecto.
Talvez ela tenha ficado à procura de chão.
Ele não mais lá voltou.
Diz-se que ele lhe levou as chaves.
Diz-se que ela se trancou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
São hoje pó de paixão.
Que a solidão amontoou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Talvez ele tenha partido na busca de tecto.
Talvez ela tenha ficado à procura de chão.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Desencontro.
Espero-te para calares o grito mudo de solidão que sou.
Espero pelas tuas mãos para nascer de mim.
Desencontro de almas que assim se querem para viverem sempre a procurar-se.
Espero pelas tuas mãos para nascer de mim.
Desencontro de almas que assim se querem para viverem sempre a procurar-se.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Um adeus por dizer.
Já brotaram muitos outros de nós depois do nós que não tivemos força para ser.
Pensei que os brilhos da noite se tinham finado contigo aos meus olhos, mas a luz da noite não se apaga.
Nem a de meus olhos.
E de tantas palavras, escolhi a luz deles para te falar no adeus.
Mas os teus olhos já não ouvem os meus.
Pensei que os brilhos da noite se tinham finado contigo aos meus olhos, mas a luz da noite não se apaga.
Nem a de meus olhos.
E de tantas palavras, escolhi a luz deles para te falar no adeus.
Mas os teus olhos já não ouvem os meus.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
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