Já não te sei dizer de mim.
Esqueci-me de ser no entretanto do adeus.
Adeus antes do tempo.
Como os dos outros.
Fiz-me sobre nós.
Deixaste-nos ruir.
Do pó nada se ergue.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mensagem.
Sempre me levaram os teus braços, sempre me trouxeram.
Mas imenso se fez o mar da nossa história.
Náufragos, em nós nos perdemos.
De nós nos perdemos.
Nenhum outro amor se quis mar.
Imenso, só o nosso.
Mas imenso se fez o mar da nossa história.
Náufragos, em nós nos perdemos.
De nós nos perdemos.
Nenhum outro amor se quis mar.
Imenso, só o nosso.
Fora de nós.
Que surjas em mim brisa feita vendaval.
Como sussurro em grito.
Lágrima feita pranto.
E, depois, que amaines.
Quero que emudeças.
Que seques.
Quero sentir aquela saudade dos poetas que me cantavas quando amanhecíamos.
E isto assim, eternamente...
Como a rosa murcha.
Como a noite cai.
Como o coração mais forte bate fora de nós.
Como sussurro em grito.
Lágrima feita pranto.
E, depois, que amaines.
Quero que emudeças.
Que seques.
Quero sentir aquela saudade dos poetas que me cantavas quando amanhecíamos.
E isto assim, eternamente...
Como a rosa murcha.
Como a noite cai.
Como o coração mais forte bate fora de nós.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Palavras.
Quero essas palavras.
Sempre.
Quero a música dessas palavras.
Sempre.
Que me embale a música dessas palavras.
Sempre.
Que sejas meu par e que dances comigo a música dessas nossas palavras.
Para sempre.
Sempre.
Quero a música dessas palavras.
Sempre.
Que me embale a música dessas palavras.
Sempre.
Que sejas meu par e que dances comigo a música dessas nossas palavras.
Para sempre.
domingo, 31 de outubro de 2010
Não ser.
Pobres loucos.
Mendigos de quimeras.
Moribundos na vida dos outros.
Cegos para com as estrelas.
Não são desde a despedida.
Mendigos de quimeras.
Moribundos na vida dos outros.
Cegos para com as estrelas.
Não são desde a despedida.
sábado, 30 de outubro de 2010
Casa do sonho.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Diz-se que ele lhe levou as chaves.
Diz-se que ela se trancou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
São hoje pó de paixão.
Que a solidão amontoou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Talvez ele tenha partido na busca de tecto.
Talvez ela tenha ficado à procura de chão.
Ele não mais lá voltou.
Diz-se que ele lhe levou as chaves.
Diz-se que ela se trancou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
São hoje pó de paixão.
Que a solidão amontoou.
Ela ainda lá vive.
Ele não mais lá voltou.
Talvez ele tenha partido na busca de tecto.
Talvez ela tenha ficado à procura de chão.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Desencontro.
Espero-te para calares o grito mudo de solidão que sou.
Espero pelas tuas mãos para nascer de mim.
Desencontro de almas que assim se querem para viverem sempre a procurar-se.
Espero pelas tuas mãos para nascer de mim.
Desencontro de almas que assim se querem para viverem sempre a procurar-se.
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