sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Jardim.

Já não te escrevo.
Estas palavras não são minhas.
De agora.
São de outra.
Que floriu e murchou nesse jardim, que não cuidámos na frente da nossa casa, daquele sonho que fomos.
De outrora.


Silêncios em folhas brancas soltas.

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