Já não te sei dizer de mim.
Esqueci-me de ser no entretanto do adeus.
Adeus antes do tempo.
Como os dos outros.
Fiz-me sobre nós.
Deixaste-nos ruir.
Do pó nada se ergue.
"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mensagem.
Sempre me levaram os teus braços, sempre me trouxeram.
Mas imenso se fez o mar da nossa história.
Náufragos, em nós nos perdemos.
De nós nos perdemos.
Nenhum outro amor se quis mar.
Imenso, só o nosso.
Mas imenso se fez o mar da nossa história.
Náufragos, em nós nos perdemos.
De nós nos perdemos.
Nenhum outro amor se quis mar.
Imenso, só o nosso.
Fora de nós.
Que surjas em mim brisa feita vendaval.
Como sussurro em grito.
Lágrima feita pranto.
E, depois, que amaines.
Quero que emudeças.
Que seques.
Quero sentir aquela saudade dos poetas que me cantavas quando amanhecíamos.
E isto assim, eternamente...
Como a rosa murcha.
Como a noite cai.
Como o coração mais forte bate fora de nós.
Como sussurro em grito.
Lágrima feita pranto.
E, depois, que amaines.
Quero que emudeças.
Que seques.
Quero sentir aquela saudade dos poetas que me cantavas quando amanhecíamos.
E isto assim, eternamente...
Como a rosa murcha.
Como a noite cai.
Como o coração mais forte bate fora de nós.
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