domingo, 19 de junho de 2011

Íris.

E esses raios de sol em teus olhos bastam para alumiar as vielas escuras em mim e os caminhos que meus pés trilham para me levar de mim para outros lugares que só nós sentimos porque dentro de nós moram todos aqueles que ainda vamos ser enquanto um em sonhos e na poesia que ela irá ler pois aqui há-de ser espelho da mãe.

domingo, 12 de junho de 2011

Eco.

Grito para que estas palavras se façam eco.
No teu silêncio e na tua inércia.
Sempre caminhaste com mestria no meio das recordações que julgavas serem tuas.
Mas a eternidade do nosso amor desfez-se duas noites volvidas, qual castelo de areia na maré cheia.
Não foi cegueira, julgo, talvez visão turvada pelas lágrimas que viria a chorar por ti.
Antes do tempo, sim.
Antes do tempo te vi a ti quando era outro que queria.