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segunda-feira, 26 de março de 2012

Nela o sol não nasce.

(...)

Mas ficou com os seus sonhos.
E nesses sonhos pode eternamente tê-lo.

Nela o sol não nasce.

domingo, 12 de junho de 2011

Eco.

Grito para que estas palavras se façam eco.
No teu silêncio e na tua inércia.
Sempre caminhaste com mestria no meio das recordações que julgavas serem tuas.
Mas a eternidade do nosso amor desfez-se duas noites volvidas, qual castelo de areia na maré cheia.
Não foi cegueira, julgo, talvez visão turvada pelas lágrimas que viria a chorar por ti.
Antes do tempo, sim.
Antes do tempo te vi a ti quando era outro que queria.

sábado, 12 de junho de 2010

Tropeção

Um dia talvez ele se aperceba que ela só manteve os olhos fechados porque quis que ele fosse sonho.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Um Natal assim-assim

Desilusões,discussões e talvez um ponto final.
Poucos sorrisos, poucos risos e zero gargalhadas.
Com o desenrolar dos tempos acostumei-me ao mais ou menos em quase tudo na vida mas creio ser menina para bom e muito bom.
E desbravarei (também) os terrenos que me levem à excelência.
O amor é um suceder de tropeções, uns de rasgar os joelhos e cotovelos, outros de rasgar, para sempre, o coração, mas há-de haver sempre alguém que me levante do chão e me sare as bubas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pérolas a porcos!

Como pode alguém tirar-me assim o tapete e fazer-me estatelar no chão?
Como outorguei eu a alguém a capacidade de me mexer o porão das emoções?
A contrição passeia-se agora nos meus dias.
Fecharei algumas portas.
E deixarei de bater a umas quantas.
Dei excessiva e desnecessariamente de mim.

sábado, 31 de outubro de 2009

Semana dificil.

Somos programados para errar.
Há os que persistem.
Há os que pedem desculpa.
Há os que aprendem.
Falhamos todos os dias.
Com os outros, connosco, com o mundo dos outros e com o nosso.
Ainda acredito que é isto que nos faz humanos.
Mas não deveriamos fazer do chavão uma constante.