Quando foste ela foi contigo.
Tu não a levaste.
Mas ela foi.
Contigo.
Julgava ela que se fosse podia ficar.
Sentada num desses bancos.
Do jardim que são os teus olhos.
Tu não a levaste.
Ela ficou mais só.
Um quarto-crescente depois.
Já ela era outra.
Nuns olhos primavera que a levaram.
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