Paro à tua porta, petrifico diante de ti, a boca cosida de fio de pensamento quer falar e não pode.
Os braços fazem um laço, que devia ser belo, incapaz de te abraçar.
Os olhos.
O brilho dos olhos.
Da lágrima a querer desprender-se, do reflexo da tua aura.
E é aí que tu continuas a conversa dos olhos.
Sim, vamos caminhar na ponta dos dedos pelas estrelas.
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