Estico o braço e na claridade de nós tento alcançar-te.
Mas és feito do pó das minhas recordações e vais-te com a brisa das portas quando abrem para a realidade.
Que faço eu com as borboletas?
Se não és como te queria, se não és.
Mas as nuvens que são o meu chão dizem que nos conhecem.
E os raios de sol cantam a nossa música.
E a noite cai só para te trazer.
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