"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo." Ludwig Wittgenstein
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Prematura.
Ainda és muito nova. Percebe que ainda não nasceste. Para o mundo que fica quando o amor acaba.
sábado, 12 de junho de 2010
Tropeção
Um dia talvez ele se aperceba que ela só manteve os olhos fechados porque quis que ele fosse sonho.
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saudades de tudo
sexta-feira, 5 de março de 2010
Bárbaras
Que em mim não caiba.
Que cá dentro guarde mil e mais mil de mim.
Que me fragmente e constantemente me encontre quando me preciso.
Que saiam mais do que as que entram.
Que juntas partilhemos jubilos e dividamos prantos.
Mas que me olhe ao espelho e a alma seja una.
Que cá dentro guarde mil e mais mil de mim.
Que me fragmente e constantemente me encontre quando me preciso.
Que saiam mais do que as que entram.
Que juntas partilhemos jubilos e dividamos prantos.
Mas que me olhe ao espelho e a alma seja una.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Regras Minhas
Vamos rir alto.
O riso cá dentro não é riso, o riso tem de ser nosso.
Vamos cantar.
A nossa voz tem de encantar mundos e uni-los.
Vamos sussurrar. Não.
Vamos gritar que amamos.
Vamos suspirar.
Enfim.
Hoje não nos calámos.
O riso cá dentro não é riso, o riso tem de ser nosso.
Vamos cantar.
A nossa voz tem de encantar mundos e uni-los.
Vamos sussurrar. Não.
Vamos gritar que amamos.
Vamos suspirar.
Enfim.
Hoje não nos calámos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Se faz favor
Cama, sem horas.
Aconchego, sem pressas.
Mimos,sem interrupções.
Sem campainhas, sem despertadores, sem rapidinhas.
Saborear cada pedacinho, de chocolate, de saliva tua.
Aproveitar cada sorriso, repeti-lo, outra e outra vez.
Vá lá, it's Christmas time.
Aconchego, sem pressas.
Mimos,sem interrupções.
Sem campainhas, sem despertadores, sem rapidinhas.
Saborear cada pedacinho, de chocolate, de saliva tua.
Aproveitar cada sorriso, repeti-lo, outra e outra vez.
Vá lá, it's Christmas time.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Pipocas
É inexequível que tudo esteja dentro do nosso raio de superintendência.
E também nos é trabalhoso gerir a miríade de sentimentos que dentro de nós saltitam como pipocas.
Não somos donos das nossas emoções, são elas quem nos domina e por vezes escraviza.
Mas se assim não fosse...como soltaríamos aquelas gargalhadas de criança? como caíriam as lágrimas da saudade? como seria vê-lo sem aquele rubor? como seria senti-lo sem me arrepiar?
É tão bom poder sair de mim.
E também nos é trabalhoso gerir a miríade de sentimentos que dentro de nós saltitam como pipocas.
Não somos donos das nossas emoções, são elas quem nos domina e por vezes escraviza.
Mas se assim não fosse...como soltaríamos aquelas gargalhadas de criança? como caíriam as lágrimas da saudade? como seria vê-lo sem aquele rubor? como seria senti-lo sem me arrepiar?
É tão bom poder sair de mim.
sábado, 7 de novembro de 2009
Devaneio meu.
Percorrer-te.
Entrar em ti num suspiro.
Sair de ti numa gota de suor.
Render-me.
Parar o tempo, as pessoas, o mundo...a razão.
Sermos os donos do movimento.
Mas despojados de tudo o resto.
Pudor, medo, fraqueza.
Um só...corpo.
Vem.
Entrar em ti num suspiro.
Sair de ti numa gota de suor.
Render-me.
Parar o tempo, as pessoas, o mundo...a razão.
Sermos os donos do movimento.
Mas despojados de tudo o resto.
Pudor, medo, fraqueza.
Um só...corpo.
Vem.
domingo, 25 de outubro de 2009
Olhem, eu sei lá!
Chega a roçar o ridículo o quanto me deixo sofrer.
Como a "aguinha" salgada me molha o rosto com tanta frequência.
Como os medos me prendem tantas vezes os movimentos.
Como os pesadelos me ocupam tão mais noites que os sonhos.
Como as angustias se apoderam das minhas horas.
As más recordações dos meus dias.
Quem me dera ser forte, robusta, dura...ser outra, por vezes.
Como a "aguinha" salgada me molha o rosto com tanta frequência.
Como os medos me prendem tantas vezes os movimentos.
Como os pesadelos me ocupam tão mais noites que os sonhos.
Como as angustias se apoderam das minhas horas.
As más recordações dos meus dias.
Quem me dera ser forte, robusta, dura...ser outra, por vezes.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Transporte de Bárbara(s)!
Cada vez me desvelam mais os adornos que me transportam.
Os que combinam com os sorrisos, os que ficam bem contigo.
Os que uso para impressionar, ou para passar despercebida.
Os das saídas, os das feridas.
Os gastos, de estimação.
Os novos, de tacão.
Os de princesa, os de tigresa.
Os do frio e da chuva.
Os das minhas tempestades.
Os das correrias, os do fim do dia.
Os da moda, os da F***!
Os que combinam com os sorrisos, os que ficam bem contigo.
Os que uso para impressionar, ou para passar despercebida.
Os das saídas, os das feridas.
Os gastos, de estimação.
Os novos, de tacão.
Os de princesa, os de tigresa.
Os do frio e da chuva.
Os das minhas tempestades.
Os das correrias, os do fim do dia.
Os da moda, os da F***!
sábado, 17 de outubro de 2009
(texto sem qualquer tipo de coesão!!)
Ás vezes dou por mim já em alguém e, sem me ter apercebido, também esse alguém já deixou de si.
É tão bom sentirmo-nos completos ao dar de nós, ao nos partilharmos.
Dificil é gerir o quanto nos devemos entregar aos outros, o quanto devemos aceitar dos outros.
Ceder o solo do meu coração é uma tarefa diária para mim, dou mais um pouco aos que já tinham lá terreno, e dou um pouco aos que andam à procura de um espaço para viver em mim.
Dou muito de mim?
Creio que sim...mas o doloroso não é dar e sim expulsar de lá os inquilinos.
As razões são múltiplas: falta de pagamento com carinho, falta de consideração para com os restantes inquilinos, falta de respeito para com o senhorio, distúrbios...
É tão bom sentirmo-nos completos ao dar de nós, ao nos partilharmos.
Dificil é gerir o quanto nos devemos entregar aos outros, o quanto devemos aceitar dos outros.
Ceder o solo do meu coração é uma tarefa diária para mim, dou mais um pouco aos que já tinham lá terreno, e dou um pouco aos que andam à procura de um espaço para viver em mim.
Dou muito de mim?
Creio que sim...mas o doloroso não é dar e sim expulsar de lá os inquilinos.
As razões são múltiplas: falta de pagamento com carinho, falta de consideração para com os restantes inquilinos, falta de respeito para com o senhorio, distúrbios...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Esta aqui sou eu.
Um dia decidi ser assim e já não mudo.
Sou aquela que não refreia, que redargue.
Sou aquela que lacrimeja e graceja com a mesma intensidade, mas não em igual quantidade.
Sou aquela que está ali de braços esticados para amparar as quedas daqueles que ama.
Sou aquela das piadas, dos roncos de gargalhadas.
Sou aquela ciumenta, possessiva e rabugenta.
Sou aquela picuinhas, exagerada e de entrelinhas.
Sou aquela que ou se ama ou se odeia.
Aquela do tudo ou nada.
Aquela que só vive uma vida.
Aquela não…sou esta!
Sou aquela que não refreia, que redargue.
Sou aquela que lacrimeja e graceja com a mesma intensidade, mas não em igual quantidade.
Sou aquela que está ali de braços esticados para amparar as quedas daqueles que ama.
Sou aquela das piadas, dos roncos de gargalhadas.
Sou aquela ciumenta, possessiva e rabugenta.
Sou aquela picuinhas, exagerada e de entrelinhas.
Sou aquela que ou se ama ou se odeia.
Aquela do tudo ou nada.
Aquela que só vive uma vida.
Aquela não…sou esta!
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