Mostrar mensagens com a etiqueta medos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta medos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sonho meu.

Já te devia ter escrito.
Afinal já houve entre nós tantas despedidas.
E as cartas são para o adeus.

Mas nunca chegámos a partir.
Não sabemos o caminho que nos levou a nós.
E desconhecemos como voltar ao antes.

Houve antes?
Não se apagaram todas as memórias quando deixámos o mundo dos outros,
Para ficar no mundo que somos?

Não foi toda a nossa vida desencontro agora que nos encontrámos?
Foi antes vida a nossa agora que a vivemos os dois?

Sabes de mim como se me tivesses sonhado estes anos todos e apenas nesses sonhos tivesses sido.
Sei de mim agora porque só agora sou.

E de todos tu.
E dos ontens nada.
E o hoje teu.
E o amanhã nós.
E eu sempre tua.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

É como se me tivessem arrancado o coração

Ser feliz depende de tanto.
É um trilho ainda pouco pisado e quase ninguém o percorre na totalidade.
Se calhar, aqueles que chegam ao fim da senda, descobrem algo tão maravilhoso que se sentem cobertos de um egoísmo tamanho que os leva a não partilhar a experiência com ninguém.


Posto isto, estou miseravelmente infeliz.

domingo, 25 de outubro de 2009

Olhem, eu sei lá!

Chega a roçar o ridículo o quanto me deixo sofrer.
Como a "aguinha" salgada me molha o rosto com tanta frequência.
Como os medos me prendem tantas vezes os movimentos.
Como os pesadelos me ocupam tão mais noites que os sonhos.
Como as angustias se apoderam das minhas horas.
As más recordações dos meus dias.
Quem me dera ser forte, robusta, dura...ser outra, por vezes.